Você pede ajuda?

Muita gente vai acumulando coisas pela vida. Peso, responsabilidades, trabalho, cansaço.
E aos poucos, essa carga vai ficando maior. A pessoa se sente na obrigação de corresponder às expectativas dos outros, e continua tentando ser super homem e super mulher, pra não desapontar ninguém.
Só que uma hora a corda arrebenta.

Nesta segunda feira, vamos falar de algo precioso para quem quer ser feliz – pedir ajuda.

Pedir ajuda é diferente de se fazer vítima dos acontecimentos. Pedir ajuda é reconhecer que a mochila tá pesada demais e que precisamos de uma mãozinha pra que possamos caminhar um pouco mais.
E às vezes é bom mostrar que não somos ‘super tudo’. Super pais, super mães, super amigos, super filhos, super funcionários do mês, super super… São tantas expectativas que um dia ficamos cansados. E aí queremos jogar tudo pro alto.

Se você está perdido, cansado, sofrendo porque tá difícil caminhar sozinho, não tenha vergonha – peça ajuda.
Brené Brown desenvolveu durante 12 anos uma pesquisa sobre vulnerabilidade e diz que essa condição não é uma medida de fraqueza, mas a melhor definição de coragem. Isso, porque ‘quando fugimos de emoções como medo, mágoa e decepção, também nos fechamos para o amor, a aceitação, a empatia e a criatividade’.

“A vergonha extrai seu poder do fato de não ser explanada. Essa é a razão pela qual ela não deixa os perfeccionistas em paz – é tão fácil nos manter calados! Se, porém, desenvolvermos uma consciência da vergonha a ponto de lhe dar nome e falar sobre ela, nós a colocaremos de joelhos. A vergonha detesta ser o centro das atenções. Se falarmos abertamente sobre o assunto, ela começará a murchar.”

Se hoje você está sentindo necessidade de mostrar sua vulnerabilidade, não tenha medo – faz parte da natureza humana, é um ato de coragem, e precisamos uns dos outros para viver.

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